O Ministério da Economia já concluiu a proposta de unificação de impostos, são quatro tributos mais a contribuição sobre a folha de pagamentos em um único imposto, resumidamente essa é a proposta, os impostos seriam o IPI, PIS, COFINS e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). O imposto de renda – IR , o IOF e a CIDE serão mantidos no atual formato.
O que está em discussão agora é a calibragem da alíquota que incidirá sobre todas as operações de pagamento na economia, pelas simulações, uma alíquota relativamente baixa terá uma elevada força de arrecadação. Uma das hipóteses utilizada como referência é a alíquota de 1,2% para unificação dos quatro impostos.
Diante do exposto, teoricamente não haverá, nesse caso, aumento da carga tributária, a depender, claro, da alíquota a ser aplicada.
Numa economia cada vez mais sob a influência das tecnologias de informação, o novo imposto fecharia as brechas da sonegação, ampliando a base de tributação no comércio de bens e serviços. O novo imposto estaria amparado neste aspecto, todos pagarão, inclusive agentes da economia informal.
A adoção desse novo modelo tributário teria outro grande impacto, colocaria por terra os chamados regimes especiais de tributação, que estabelece regras diferentes para os mais diversos setores da economia.
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Fonte: Portal G1
